E por falar em coragem
Nem sempre ganha o medo, algumas vezes a dúvida, o adianto ou o atrasar do tempo, enfim, o sublime é a coragem. Não uma coragem nascida do desespero, da necessidade, mas uma coragem consciente de fazer o que tem que fazer e a seu tempo. Válida também pode ser fora do tempo, se arriscar sem importar com os resultados, sendo estes os muros imaginários que muitas vezes impede a ação. Entreter-se no imaginário de como será, não sairá do imaginário pois este entreter sentirá como realização, consumindo toda energia do que poderia ter sido. Aprender a caminhar de acordo com o tempo, com o que fazer dentro deste tempo com o que se tem para fazer pode impedir este custoso divórcio do presente com o futuro ademais de evitar um constante estado ansioso. Pode ser que a extrema coragem seja o enfrentar nosso dia-a-dia sem fugir para o passado ou futuro e domar nossos demônios mentais que tanto dano nos faz.