E por falar em motivos
Me dê motivo’’ não é a melhor forma da motivação, pois depender ou esperar que algo ou alguém comece a contagem não tira um do lugar.
Os motivos sobram, para amar, odiar, fazer ou adiar, falar e calar, buscar e esperar, entediar ou trabalhar.
A inércia é caos, morte. Criação é movimento involuntário, necessário, útil à sobrevivência.
Nada e ninguém pode fazer que o outro faça por vontade própria o que deve ser feito, porque fazer o que precisa ser feito é estar iluminado, vivo!
É necessário algo mais que a necessidade e carência para trabalhar, para si cuidar física e mentalmente, para evitar tudo aquilo que faz dano, que impeça um de ser feliz, e este algo pode ser a mudança da fonte da motivação.
Aprender a caminhar com os próprios pés leva um tempo, é preciso um andador, ou melhor, um propósito.
Antes, terá que criar este propósito… dentro. Um renascimento dentro de seu próprio corpo.
Pode ser que esteja engatinhando, de joelhos, não importa, quando consegues estar de pé verás que não precisará mais de motivos para cuidar-se.
Para ser feliz.