E por falar em planos
Alguém escreveu – Se o seu deus ouvir os seus planos dará uma boa gargalhada.
Não que em alguma circunstância poderia prescindir de um ou mais para atingir um fim, um objetivo, não obstante, presumir de lograr algo apenas contando com seu plano deixa de considerar as variáveis.
Estas variáveis, responsáveis pelos desvios, tem tudo a ver com as percepções individuais; um mesmo plano pode ter resultados diferentes para duas individualidades.
Ao longo da vida, se pode ouvir mais de um presumir como responsável de seu próprio sucesso na vida.
A meritocracia não pertence a quem não conseguiu o que queria, afinal se percebe as variáveis, fica por perceber a incapacidade, aceitar o mérito do resultado.
O bom e o mal resultado são apenas conceitos onde somente o tempo poderá ensinar sua não dualidade e a importância de não assumir a responsabilidade da culpa ou mérito do conseguido.
Aprender a surpreender de uma forma saudável, sem culpa, sem vaidade ante os resultados das decisões ao longo da vida pode fazer uma tremenda diferença na qualidade de vida diária de cada um.
A muitos preferem etiquetar de depressão, estar deprimido por algo que não tenha saído a seu gosto e plano, evitando assim reconhecer que a vida parece não existir para satisfazer-nos… que chorar faz tanto bem como rir.
Experimentar todas as emoções deveria ser nosso único plano.